Depois que absorvi tudo o que tinha acontecido, resolvi vir
pra casa...
A manhã estava fria, as cordas do violão também. Acordei
hoje com olhos diferentes, acordei...acordei porra nenhuma, afinal hoje eu
ainda nem dormi. Estou em holocausto, ando não sei pra onde, como não sei o
quê, milhões de problemas se tumultuando na minha caixa de e-mail, preciso ir
trabalhar, mas só quero ficar deitada no meu colchão velho até me conformar
que... Todas as palavras ditas por nós não deixarão jamais sermos como antes, jamais...
Aceito minha culpa, to disposta a pagar por tudo, disposta não, é afinal a
minha única saída, aprendi em uma frase de gibi que felizes são aqueles que se
perdoam pelos erros e que aceitam como única alternativa, fazer melhor da
próxima vez. Por mim, para mim, somente.

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